




Em 1999, formou-se arquiteto pela FAU-USP.
Em 2003, morando no Rio de Janeiro, começou a trabalhar com audiovisual. Desde então, dirigiu diversos documentários, vídeos para museus e filmes experimentais. Em 2010 estreou nos cinemas seu primeiro longa-metragem, o documentário Cildo, sobre o artista plástico Cildo Meireles. O filme participou de diversos festivais e mostras e teve boas críticas na imprensa. Atualmente, Gustavo finaliza Acho que Chovia, seu primeiro curta de ficção, e dirige um novo longa documentário, provisóriamente intitulado Josephine King.
Como roteirista e diretor, já ganhou editais de desenvolvimento de roteiro para filmes de ficção de longa-metragem do MinC (Voltando para Casa) e da prefeitura de São Paulo (O Desaparecido). Ambos os projetos estão em desenvolvimento e encontram-se em fase de captação. De 2008 a 2010, foi sócio do estúdio Duas Águas, ao lado de Carlito Carvalhosa e Mari Stockler. Em 2011, fundou em São Paulo a produtora Mira Filmes (www.mirafilmes.net)